Pandemia consolida a tendência de crescimento de vendas na internet

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Segundo levantamento, mais de 10 milhões de brasileiros compraram pela primeira vez na internet durante a pandemia e quem já tinha o costume começou a comprar produtos diferentes.

A pandemia consolidou uma tendência que já vinha crescendo: as vendas na internet. E não só dos grandes varejistas.

De qualquer lugar, pelo computador ou pelo celular, é só fazer a escolha e com um clique fechar a compra. A Adriana comprou muita coisa pela internet durante a pandemia. “Eu já comprei sapato, taças, cinto, celular, chocolate, perfume, cremes, bebidas, roupas, uma esteira ergométrica. A praticidade que a internet traz para a gente”, diz a administradora Adriana Coutinho.

O e-commerce nunca vendeu tanto, conforme um levantamento feito por uma plataforma que atende 70 mil lojas online de pequenas e médias empresas na América Latina. No Brasil, as vendas se concentram principalmente na região Sudeste, mas estão se expandindo para o Nordeste e o Centro-Oeste. O volume de pedidos triplicou de 2 milhões em 2019 para 6 milhões em 2020.

“O e-commerce passou de representar os 5% do varejo do Brasil para 10%. Tem uma aceleração histórica”, afirma Alejandro Vázquez, co-fundador e diretor comercial da Nuvemshop.

Ainda de acordo com o levantamento, mais de 10 milhões de brasileiros compraram pela primeira vez na internet e quem já tinha o hábito começou a comprar produtos diferentes. Moda foi o segmento que mais vendeu no ano passado. Por causa da pandemia, muitos comerciantes tiveram que fechar a loja física e o jeito foi levar o negócio para o mundo virtual.

A Leidiane até vendia as roupas íntimas pelas redes sociais, mas o “boom” aconteceu quando ela abriu uma loja online: “Nós crescemos aí, pelo menos 50% a partir do momento que nós abrimos esse e-commerce. Conseguimos ainda contratar mais três pessoas para nos ajudar”, conta a empresária Leidiane Tavares da Silva.

A empresária Marina Helena Anjos começou a fazer velas depois que ela saiu do emprego durante a pandemia e teve que buscar uma nova fonte de renda. Montou um site de velas aromáticas com propriedades relaxantes.

“Eu falo que, no meio de todo esse caos, eu pude me encontrar. Foi fluindo e aonde chegou e vai chegar. É uma marca que é pequena e que tem aí a crescer”, festeja.

Fonte: Jornal Nacional

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